Creating synergies between Communities of Practice (CoPs), National Networks, and other Projects, Initiatives and Policies (PIPs) is a simple and effective way to bring updated knowledge into the advisory system, integrate perspectives, address common challenges, and increase the visibility of work carried out within ClimateSmartAdvisors. These connections help CoPs answer learning questions, develop new activities, and identify opportunities for strategic collaboration. For National Networks, they strengthen coordination, improve access to relevant information for AKIS implementation, and support lasting links between projects, initiatives, organisations, and policymakers.
1. Start with the group: what does the CoP or National Network need?
Before approaching external partners, the group should clarify:
• its main purpose
• its strengths and existing capacities
• its learning questions or priorities
• its key knowledge gaps
This helps identify what kind of external input is needed and strengthens coordination within the National Network.
2. Identify potential partners: which PIPs can add value?
Once the context is clear, relevant PIPs can be identified by looking for:
• practical knowledge in the priority area
• useful methods, tools, or approaches
• actors facing similar challenges
3. Choose simple and effective collaboration methods
Collaboration should be simple, focused, and useful. Examples include:
• inviting a PIP to a CoP or National Network meeting
• requesting a short training session on a relevant topic or tool
• sharing outputs and collecting feedback
• organising a joint discussion or good-practice exchange
The external contribution should bring added value to both sides and be prepared in advance so the PIP can actively contribute.
Criar sinergias entre as Comunidades de Prática (CoPs), as Redes Nacionais do Projeto e outros Projetos, Iniciativas e Políticas (PIPs) é uma forma simples e eficaz de trazer conhecimento atualizado, integrar diferentes perspetivas, discutir desafios comuns e aumentar a visibilidade do trabalho desenvolvido no ClimateSmartAdvisors. Estas colaborações ajudam as CoPs a responder às suas learning questions, desenvolver novas atividades e identificar oportunidades de colaboração estratégica. Para as Redes Nacionais, estas sinergias reforçam a coordenação entre profissionais do setor, facilitam o acesso a informação relevante e apoiam a criação de ligações duradouras entre projetos, organizações e decisores a nível nacional.
1. Começar pelo grupo-alvo: quais as necessidades da CoP ou da Rede Nacional?
A CoP e a rede nacional do Projeto é o ponto de partida para criar sinergias eficazes sendo essencial antes de procurar parceiros externos grupo ter clareza sobre o seu enquadramento e objetivos. Assim, deverão refletir sobre:
• qual é o objetivo principal do grupo;
• quais são os seus pontos fortes e capacidades presentes;
• quais são as suas learning questions da CoP e/ou prioridades da Rede Nacional;
• que lacunas de conhecimento precisam de ser colmatadas para apoiar o trabalho da CoP e o funcionamento da Rede Nacional no AKIS.
Esta análise inicial ajuda não só a orientar a CoP, mas também a fortalecer o papel das Redes Nacionais, uma vez que lhes permite identificar temas prioritários, alinhar atores e melhorar a coordenação entre projetos e stakeholders do AKIS. Consequentemente, permite refletir em como é que uma colaboração externa poderá acrescentar valor.
2. Identificar possíveis parceiros: que PIPs podem acrescentar valor?
Com o contexto claro, torna-se mais simples identificar PIPs relevantes que possam contribuir de forma imediata ou estratégica. O grupo pode procurar:
• Experiência ou conhecimento na área prioritária ou considerado relevante para o grupo;
• Métodos, ferramentas ou abordagens úteis desenvolvidas por outros PIPs;
• PIPs com desafios semelhantes e que por isso poderão beneficiar de uma troca de aprendizagem.
3. Escolher métodos simples e eficazes de colaboração
• A colaboração deve ser simples, objetiva e orientada para resultados. Alguns exemplos de interação entre o CSA e outros PIPs a nível nacional são: convidar o PIP para participar numa reunião da CoP ou da Rede Nacional, presencial ou online, cujo tema lhe interesse/este consiga contribuir ativamente
• solicitar uma curta sessão de formação sobre um tópico ou ferramenta específica útil para a CoP ou para a Rede Nacional, convidando o PIP para ser o formador;
• partilhar outputs do grupo (por exemplo, resultados, metodologias, testemunhos, materiais de trabalho), recolhendo feedback que apoie tanto a CoP como a Rede Nacional;
• organizar um momento conjunto de discussão ou análise de boas práticas, envolvendo membros da CoP, da Rede Nacional e o PIP para promover a troca de experiências e alinhamento.
Em qualquer um dos casos, a presença do PIP deverá ter valor acrescentado para ambas as partes, sendo essencial identificá-lo antes da reunião ou evento e preparar as metodologias adequadas para que o PIP possa intervir ativamente.
Practical collaboration formats may include participation of PIPs in CoP or National Network meetings, either in person or online, short training sessions on specific topics or tools, sharing outputs such as results, methodologies, testimonials, or working materials, and organising joint exchange sessions. To make these synergies effective, it is important to prepare the collaboration in advance, clarify the expected added value for both sides, and use facilitation
methods that allow the external actor to participate actively. Such exchanges can also support stronger and longer-lasting links between projects, initiatives, organisations, and policymakers at national level.
Several factors can facilitate the implementation of this practice. CoPs and National Networks benefit from access to lists of relevant projects, existing contacts within national AKIS structures and the interest of many PIPs in collaborating, sharing tools and exchanging knowledge. Clear communication, realistic objectives and early alignment of expectations are essential elements for successful cooperation and help ensure that both sides understand the purpose and added value of the collaboration.
Common obstacles include uncertainty about where to begin, difficulties in identifying the right contact person, limited time availability and misaligned timelines between projects. Starting with a small, manageable pilot activity helps reduce these barriers, allowing both parties to test the collaboration with minimal effort and quickly assess its relevance and usefulness.